terça-feira, 9 de setembro de 2008

Promessas…

Poderia começar este post com a letra da música do Rui Veloso ao som da qual muita gente já foi feliz

Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido

Podia procurar no dicionário e transcrever que promessa é o acto ou efeito de prometer, e que prometer é obrigar-se a fazer ou a dar, oferecer probabilidades ou esperanças de…

Mas não fiz nada disso, como bem se pode ver, é que para mim, as promessas são algo sagrado, algo que é para cumprir…

Há cerca de 2 meses, fiz uma promessa, uma promessa talvez irreflectida dada a dificuldade que estou a ter em cumpri-la, mas valeu bem a pena.

Em troca de uma medalha, prometi o impensável, prometi o veneno que alimenta o espírito e que acalma a alma nas noites de tempestade, prometi deixar de sobreviver e começar a viver, prometi, sim prometi!

O que nunca esperei, foi que dois dias depois da outra parte ter cumprido com o que se tinha comprometido, e no meio de uma confusão à escala mundial, que se lembrasse tão claramente da promessa, e num telefonema, me dissesse “Lembras-te? Prometeste!”. Pois prometi, e todas as minhas promessas são para cumprir. Como o mundo seria mais fácil se todos cumpríssemos as nossas promessas, se os políticos cumprissem as suas promessas, se as promessas não fossem simples palavras lançadas em vão para a atmosfera…

Mas eu cumpro, eu tenho palavra e assumo a minha parte do acordos… cá está o prometido… DEIXEI DE FUMAR… e como me está a custar… Obrigado Nelson pela alegria da medalha de ouro, e obrigado por me teres recordado que tinha uma promessa para cumprir…